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SUMMARY:O Financiamento das Autarquias Locais
DESCRIPTION:O FINANCIAMENTO DAS AUTARQUIAS LOCAIS\nAMRAM\, 3 de Abril de 20
 09\nObjetivos\nDefinir os princípios fundamentais subjacentes ao quadro f
 inanceiro\ndas autarquias locais\;\nIdentificar e distinguir as diversas f
 ormas previstas para o\nfinanciamento das autarquias\, designadamente as r
 eceitas dos\nmunicípios\, o quadro previsto para a repartição dos recur
 sos públicos\nentre o Estado e as autarquias e o endividamento\;\nEntende
 r as particularidades do regime de repartição dos recursos\npúblicos en
 tre o Estado e os municípios e seus reflexos no OE_2009\;\nExplicar e dif
 erenciar as principais características de cada uma das\nreferidas formas 
 de financiamento das autarquias locais.\n\nPROGRAMA\n1. APRESENTAÇÃO DO 
 TEMA\n2. AS RECEITAS DOS MUNICÍPIOS\n2.1. Receitas de natureza patrimonia
 l\n2.1.1. O património das autarquias\n2.1.1.1. As receitas provenientes 
 do património\n2.1.1.1.1.Os rendimentos de bens próprios\, móveis ou im
 óveis\,\ndados em concessão ou cedidos para exploração\n2.1.1.1.2.A pa
 rticipação nos lucros de sociedades e nos\nresultados de outras entidade
 s em que o município tome parte\n2.1.1.1.3.O produto da alienação de be
 ns próprios\, móveis ou\nimóveis ( breve referência ao enquadramento l
 egal )\n2.1.1.1.4.A gestão e exploração directa de bens e serviços\np
 úblicos\n2.1.1.2. Os fundos de investimento imobiliário ( breve\nabordag
 em ao regime legal )\nENTIDADE PROMOTORA ENTIDADE FORMADORA\n2.2. Receitas
  de natureza tributária\n2.2.1. Os impostos locais ( não estaduais ) –
  breve caracterização\n2.2.1.1. O imposto municipal sobre imóveis\n2.2.
 1.2. O imposto municipal sobre a transmissão onerosa de\nimóveis\n2.2.1.
 3. O imposto único de circulação\n2.2.1.4. Taxas\n2.2.1.4.1. O novo reg
 ime de taxas das Autarquias locais\n2.2.1.5. Derramas\n2.2.1.6. Encargos d
 e mais-valias\n2.2.1.7. Multas e coimas\n2.2.2. Os poderes tributários da
 s Autarquias\n2.2.2.1. De criação e delimitação dos tributos\, bem com
 o ao nível\nda sua liquidação e cobrança\n2.2.2.2. As isenções e os 
 benefícios fiscais\n2.2.2.3. O contencioso tributário nas Autarquias Loc
 ais\, em\nespecial\, as garantias tributárias\n2.3. A repartição dos re
 cursos públicos entre o Estado e os\nMunicípios e os seus reflexos nos O
 rçamentos de Estado dos\nanos de 2007 a 2009\n2.3.1. Fundos municipais e 
 participação no IRS\n2.3.1.1. FEF ( FGM\, FCM/CF e CDO )\n2.3.1.2. FSM\n
 2.3.1.3. IRS\n2.3.2. Equilíbrio vertical\n2.3.2.1. Critério de cálculo 
 dos montantes globais\n2.3.2.2. Principais problemas\n2.3.2.3. Evolução 
 histórica\n2.3.3. Equilíbrio horizontal\n2.3.3.1. Distribuição\n2.3.3.
 1.1.FGM\, CF\; CDO e FSM\n2.3.3.2. Comparação com a lei anterior\n2.3.3.
 3. Efeitos travão e compensação\n2.3.4. As disposições transitórias\
 n2.3.5. O Fundo de Regularização Municipal\nENTIDADE PROMOTORA ENTIDADE 
 FORMADORA\n2.3.5.1. Regime legal e possível relevância para o FEF\n2.3.6
 . O Fundo de Regularização Municipal\n2.4. As receitas creditícias ( n
 ão efectivas ) dos municípios\n2.4.1. Autonomia creditícia dos municíp
 ios e coordenação das finanças\nlocais com as finanças estaduais\n2.4.
 2. Princípios orientadores do endividamento autárquico\n2.4.3. Aspectos 
 gerais do regime de crédito dos municípios\n2.4.3.1. Breve alusão aos c
 ontratos celebrados pelos municípios\ncom vista a tornear as restrições
  financeiras decorrentes do quadro\nlegal vigente nos anos de 2003 a 2006 
 ( remissão )\n2.4.4. Os empréstimos de médio e longo prazos\n2.4.4.1. C
 aracterização\n2.4.4.2. Limite legal\n2.4.4.2.1.O conceito de endividame
 nto líquido total (remissão)\n2.4.4.3. Saneamento e reequilíbrio financ
 eiros\n2.4.4.3.1.Incluindo a abordagem ao recente quadro legal\naprovado\n
 2.4.5. A emissão de obrigações municipais\n2.4.5.1.1.Breve referência 
 ao processo de emissão de obrigações\nmunicipais\n2.4.5.1.2.Vantagens e
  desvantagens desta forma de\nfinanciamento face ao tradicional recurso a 
 empréstimos\nbancários\n2.4.6. Os empréstimos de curto prazo\n2.4.6.1. 
 Caracterização\n2.4.6.2. Limite legal\n2.4.6.2.1.O conceito de endividam
 ento líquido total ( remissão )\n2.4.7. O conceito de endividamento líq
 uido total para efeitos dos limites\nmunicipais dos empréstimos e de endi
 vidamento líquido\n2.4.7.1. Em especial\, a relevância do endividamento 
 das\nempresas participadas pelos municípios para os limites do\nendividam
 ento municipal ( evolução do regime nos anos de 2007\na 2009 )\n2.5. Out
 ras receitas estabelecidas por lei ou regulamento a\nfavor dos municípios
 \n2.6. Outras formas de financiamento dos Municípios\n2.6.1. A relevânci
 a das outras dívidas a terceiros ( dívida\nadministrativa/comercial )\nE
 NTIDADE PROMOTORA ENTIDADE FORMADORA\n2.6.1.1. A transformação de dívid
 a de curto prazo em médio e\nlongo prazos\n2.6.1.2. Abordagem aos program
 as ( de 2008 e 2009 ) de\nredução dos prazos de pagamento\n2.6.2. A cess
 ão de créditos ( vencidos )\n2.6.3. A transferência de atribuições e 
 competências e os programas de\nparceria pública\n2.6.4. A cooperação 
 técnica e financeira e os fundos comunitários\n2.6.4.1. Breve caracteriz
 ação e regime legal\n2.6.5. Os fundos comunitários\n2.6.5.1. Breve enqu
 adramento\n2.6.6. O recurso a contratos de “ leasing “\n2.6.6.1. Carac
 terização e regime legal\n3. AS RECEITAS DAS FREGUESIAS\n4. OS PROCESSOS
  DE DESORÇAMENTAÇÃO DAS DESPESAS\nPÚBLICAS\n5. SINTESE CONCLUSIVA\n\n\
 n\nFormador\nDr. Alexandre Virgílio Tomás Amado\nInspector de Finanças 
 Chefe da IGF na área do Controlo Tutelar Autárquico\;\nLicenciatura em D
 ireito\;\nPós-graduação em Contabilidade Pública\, com especializaçõ
 es em POCAL\,\nPOCP e CIBE\;\nRepresentante da Inspecção-Geral de Finan
 ças no SATAPOCAL.\n\n\n\nDestinatários\nMUNICÍPIOS DA RAM: Eleitos\, Di
 rigentes e Quadros das Autarquias e das Empresas Municipais\nHorário\n9h0
 0 Recepção dos participantes                     14h00 Reinici
 o\n9h15 Início dos trabalhos                              
       16h00 Pausa para café\n11h00 Pausa para café             
                             17h30 Encerramento\n12h30 Pausa 
 para almoço livre\n\n\n\nInscrições\nAté três participantes da mesma 
 entidade. As inscrições devem ser feitas até ao dia até 25 de Março d
 e 2009\n\nInclui:\n\n• Documentação\; • Certificado de participaçã
 o.\nComo reservar a sua participação\nAtravés do envio de ficha de insc
 rição via e-mail\, correio ou fax para:AMRAM - Associação de Municípi
 os da Região Autónoma da Madeira\nRua da Mouraria n.º 44 e 46 | 9004-50
 8 Funchal\nE-mail: mail@amram.pt | Fax: 291 200 738\nPara inscrever mais d
 o que uma Formando\, favor fazer cópia da Ficha de Inscrição\, em anexo
 \, e enviar para os contatos indicados.\nInclui:\n\n\n	 Documentação\;\n
 	Certificado de participação.\n\nCANCELAMENTO DA AÇÃO\nA AMRAM reserva
 -se o direito de cancelar a ação\, caso o número mínimo de participant
 es não seja atingido\, ou por outra razão que justifique a sua não real
 ização.\nINFORMAÇÕES\nDra. Zélia Rodrigues\nTelef.: 291 200 730\n\n\n
   
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